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Quem conta um Conto... A arte das histórias nas organizações

Você já parou para pensar no que faz uma história realmente fantástica? Será preciso criar personagens intrigantes num mundo mágico e distante para prender a atenção de seu ouvinte? Não cheguemos a tanto! Ninguém aqui precisa almejar o talento de J. K. Rowling. Dentro de nossas organizações, aqui mesmo ao nosso lado, temos um manancial imenso de histórias, guardadas na memória de nossos próprios funcionários.

Focada no atendimento de empresas nacionais e multinacionais ao longo dos últimos anos, venho notando certo esgotamento das formas como nos comunicamos com o público-interno, da maneira de organizar conteúdos e materiais. Tal dilema encontrou no storytelling uma alternativa realmente fora de série. Trata-se, simplesmente, de contar histórias. Sim, a técnica presente nas escolas, na relação pais e filhos, na abertura de novelas e nas propagandas da tv chegou com tudo ao mudo corporativo.

Envolventes, inclusivas, atraentes e participativas, as histórias têm impactado colaboradores dos mais diversos setores por meio de vídeos, cartas e até depoimentos, com resultados incríveis. É através delas que se descobre outros lugares, jeitos de ser, comportamentos e reações, criando grande envolvimento emocional. A explicação para isso é nossa predisposição para acreditar em boas histórias. Somos envolvidos por narrativas bem contadas, que mexem com as entranhas e fornecem um combustível precioso aos seus interlocutores: a motivação.

Pouco a pouco, o pensamento analítico cede espaço às boas e velhas histórias na comunicação corporativa, aquelas contadas diretamente ao coração, capazes de desencadear emoções e sentimentos, reações físicas e químicas. Definitivamente, voltamos à era da humanização da gestão empresarial e as histórias são grandes ferramentas de engajamento interno de nosso público, ao promoverem valores, despertarem orgulho e disseminarem conhecimento.

A linguagem empolada já deixou de ser aderente, por vivermos bombardeados por ela numa sociedade em rede sobrecarregada de informação, com muitos protagonistas e influências multilaterais numa imensa diversidade de mídias. Foi assim que menos passou a ser mais... Muito mais! Ganha cada vez mais corpo a difusão de narrativas baseadas nas experiências de vida das pessoas. É gente do nosso lado, gente como a gente contando suas histórias, mostrando suas vulnerabilidades de maneira coloquial, às vezes até confessional.

E é assim que o stortytelling vem apoiando e reforçando a comunicação corporativa, suportando ações, campanhas e intervenções, gerando visibilidade aos verdadeiros coautores das histórias das empresas. Se você também quer conhecer esses coautores e utilizar esse recurso maravilhoso das histórias em sua organização, eu posso ajudar. Sou Cynthia Dalvia, jornalista e consultora de comunicação.
 

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