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QI ou QI?

Quem não conhece alguém indicado para determinado cargo ou posição... que atire a primeira pedra.
´Quociente de Inteligência´ ou simplesmente... ´Quem Indica´? Ambos são bem antigos na história. O primeiro, criado no início do século XX, é a ferramenta de avaliação do potencial cognitivo. O segundo, ainda mais antigo (... acredite!), tem sido a ferramenta efetiva para garantir uma vaga no mundo dos negócios, uma posição política ou qualquer outro posto de trabalho.
O assunto é tão sério no Brasil, que já mobilizou até mesmo a Revista Exame, líder entre as publicações de negócios, a tratar do assunto. Em setembro de 2016, a revista publicou que o Brasil aparece em 2º lugar no ranking de países em que contratações por indicação são mais praticadas pelas empresas. Legal, ponto para o networking!
Mas, como tudo na vida, a questão tem dois lados. Claro que não podemos tirar o mérito dos indicados. Eu mesma já fui, você também já deve ter sido alguma vez. Processos sérios levam em conta, sim, a indicação, bem como o conjunto de habilidades técnicas e emocionais do candidato, sua capacidade de liderar, trabalhar em equipe, cumprir prazos, atingir metas, gerir seu tempo e toda aquela lista imensa de atributos que os recrutadores buscam e valorizam.
Até aí, ok! Nada melhor que ter a competência técnica para determinada atividade, topar encarar o desafio e ainda possuir um ‘padrinho’ que vai dar aquele empurrãozinho. Tudo saudável, ético e dentro da normalidade.
O problema é quando o QI leva em conta somente o relacionamento de um tomador de decisão ou de um influenciador habilidoso, não levando em consideração as habilidades do candidato. Parece até a dança das cadeiras que acompanhamos incansavelmente pela tv ou pelos jornais, em nossa política. Dispensável citar exemplos, não?
Bem, o fato é que o ´Quem Indica´ pode ser super válido, bem como o ´Quociente de Inteligência´, mas nada supera o conjunto dos atributos de um candidato a qualquer posto, em qualquer ramo de atividade.
Legal mesmo é levar em conta o talento, o pensamento lógico, a experiência, a vontade de vencer. Legal mesmo é levar em conta entre os ´QIs´ mais uma métrica, algo que não se compra, nem se prescreve: o brilho nos olhos.
 

14/06/2017 |
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